Com previsão para ser lançado ainda esse ano, o ili traduz, em tempo real, tudo o que se fala e se ouve
Quem vive viajando sabe a dificuldade que é quando não se domina o idioma local. Nestes casos, até mesmo pedir um café ou uma informação na rua se torna uma situação difícil. Mas, se você não fala muitas línguas e enfrenta esse tipo de problema, a solução pode estar mais perto do que você imagina. O tradutor de voz ili faz a tradução, em tempo real, de tudo o que você fala ou o que os outros dizem.
Fabricado pela empresa japonesa Logbar, o aparelho surgiu para facilitar a vida dos itinerantes e ser um tradutor de linguagem acessível a todos. Agora, mesmo se você for para destinos como o Japão, a comunicação não será mais um problema nem uma dor de cabeça. Previsto para ser lançado ainda esse ano, o novo produto promete ser o queridinho dos viajantes.
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Comentários e notícias sobre o esperanto, política linguística e comunicação internacional
sábado, 19 de março de 2016
domingo, 13 de março de 2016
Idioma e tradições culturais ainda são obstáculos para mulheres indígenas
Agência Brasil
Além de estarem sujeitas as mesmas dificuldades que todas as brasileiras, as mulheres indígenas enfrentam barreiras próprias, como a falta de informação sobre os seus direitos, dificultada pelos obstáculos linguísticos, e as tradições culturais que não permitem que elas tenham voz na comunidade.
“Na minha tradição terena, por exemplo, as mulheres não podem falar muito. Hoje podem um pouco, mas quando as mulheres falam alto elas são discriminadas pelos homens, eles ficam meio preocupados, e avalio que eles têm também um pouco de medo de que elas tomem o lugar deles. Não é da tradição falar muito, e as mulheres respeitam a tradição. Porém, a voz da mulher indígena é necessária e precisa ser ouvida.”, disse Míriam Terena, ativista da causa indígena e funcionária da Fundação Nacional do Índio (Funai), lembrando que elas também enfrentam muito preconceito fora das aldeias.
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Além de estarem sujeitas as mesmas dificuldades que todas as brasileiras, as mulheres indígenas enfrentam barreiras próprias, como a falta de informação sobre os seus direitos, dificultada pelos obstáculos linguísticos, e as tradições culturais que não permitem que elas tenham voz na comunidade.
“Na minha tradição terena, por exemplo, as mulheres não podem falar muito. Hoje podem um pouco, mas quando as mulheres falam alto elas são discriminadas pelos homens, eles ficam meio preocupados, e avalio que eles têm também um pouco de medo de que elas tomem o lugar deles. Não é da tradição falar muito, e as mulheres respeitam a tradição. Porém, a voz da mulher indígena é necessária e precisa ser ouvida.”, disse Míriam Terena, ativista da causa indígena e funcionária da Fundação Nacional do Índio (Funai), lembrando que elas também enfrentam muito preconceito fora das aldeias.
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quarta-feira, 9 de março de 2016
(Brasil) Governo deve contratar intérpretes indígenas para hospitais
| Inscrições serão abertas em breve e para a seleção será necessária experiência como intérprete num dos idiomas e títulos comprobatórios emitidos por Organizações Indígenas. Serão selecionados 14 intérpretes nas línguas indígenas macuxi, wapichana, taurepang, wai-wai, ingaricó, yanomami e yekuana. Estes profissionais irão acompanhar os pacientes indígenas desde sua internação, auxiliando-os a ter acesso aos serviços de cada unidade e tornando sua permanência mais cômoda. Além disso, a contratação interfere de forma positiva na assistência, pois por meio dos intérpretes, os médicos poderão entender as queixas do paciente que, por sua vez, poderá receber informações corretas sobre seu tratamento. Leia mais |
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sexta-feira, 4 de março de 2016
Pelo fim do 'portunhol'
Para uma comunicação eficaz, independentemente da língua utilizada, o uso correto dos tempos verbais é importante.
Da Redação
03/03/2016 -
Quando se trata do espanhol, porém, dada a similaridade do idioma com o português, é muito comum que os brasileiros arrisquem a falar o famoso portunhol, sem se preocupar com eventuais erros de conjugação.
De olho nessas situações, Nora Di Pacce, coordenadora do curso de espanhol da rede de escolas de idiomas CNA, alerta para alguns verbos específicos que, se forem aplicados de forma errada, podem se tornar verdadeiras pegadinhas durante conversas com estrangeiros.
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Da Redação
03/03/2016 -
Quando se trata do espanhol, porém, dada a similaridade do idioma com o português, é muito comum que os brasileiros arrisquem a falar o famoso portunhol, sem se preocupar com eventuais erros de conjugação.
De olho nessas situações, Nora Di Pacce, coordenadora do curso de espanhol da rede de escolas de idiomas CNA, alerta para alguns verbos específicos que, se forem aplicados de forma errada, podem se tornar verdadeiras pegadinhas durante conversas com estrangeiros.
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
No Brasil, apenas 8% têm plenas condições de compreender e se expressar
Karina Yamamoto
Do UOL, em São Paulo
Foi isso mesmo que você leu no título: apenas 8% das pessoas em idade de trabalhar são consideradas plenamente capazes de entender e se expressar por meio de letras e números. Ou seja, oito a cada grupo de cem indivíduos da população.
Eles estão no nível "proficiente", o mais avançado de alfabetismo funcional em um índice chamado Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional).
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Do UOL, em São Paulo
Foi isso mesmo que você leu no título: apenas 8% das pessoas em idade de trabalhar são consideradas plenamente capazes de entender e se expressar por meio de letras e números. Ou seja, oito a cada grupo de cem indivíduos da população.
Eles estão no nível "proficiente", o mais avançado de alfabetismo funcional em um índice chamado Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional).
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sábado, 27 de fevereiro de 2016
SporTV volta a investir em mesa poliglota
27/02/2016
Do Estadão Conteúdo
A exemplo do que ocorreu na Copa do Mundo, o canal SporTV terá uma mesa-redonda promovida graças à presença de tradutores simultâneos nos bastidores dos estúdios e um ponto de áudio nos ouvidos dos estrelados comentaristas estrangeiros. Fofão, Sandra Pires, Marcelo Ferreira, Carlão, Nalbert, Mark Spitz, Nadia Comaneci, Bart Conner, Greg Louganis, Carl Lewis, Javier Sotomayor e Michael Johnson vão se revezar diariamente em um grupo de cinco participantes na mesa noturna que discutirá cenas e resultados do dia, sob mediação de André Rizek. Dessa vez, a tarefa é até mais simples, englobando três idiomas: português, inglês e espanhol. Durante a Copa, a missão se estendia também para alemão e italiano.
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Do Estadão Conteúdo
A exemplo do que ocorreu na Copa do Mundo, o canal SporTV terá uma mesa-redonda promovida graças à presença de tradutores simultâneos nos bastidores dos estúdios e um ponto de áudio nos ouvidos dos estrelados comentaristas estrangeiros. Fofão, Sandra Pires, Marcelo Ferreira, Carlão, Nalbert, Mark Spitz, Nadia Comaneci, Bart Conner, Greg Louganis, Carl Lewis, Javier Sotomayor e Michael Johnson vão se revezar diariamente em um grupo de cinco participantes na mesa noturna que discutirá cenas e resultados do dia, sob mediação de André Rizek. Dessa vez, a tarefa é até mais simples, englobando três idiomas: português, inglês e espanhol. Durante a Copa, a missão se estendia também para alemão e italiano.
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Tribunal anula obrigação de falar em catalão nos serviços públicos
REUTERS/ALBERT GEA PUB
A decisão surgiu na sequência de uma queixa de um pediatra de um hospital de Tarragona
O Supremo Tribunal de Justiça da Catalunha considerou inconstitucional uma lei que obrigava a que o catalão fosse a língua oficial da administração e serviços pública da região.
Na sequência de uma queixa de um pediatra de um hospital de Tarragona, a mais alta instância judicial daquela autonomia decidiu que os funcionários públicos da região não são obrigados a falar em catalão entre eles ou com os utentes, nem têm a obrigação de iniciar conversas telefónicas oficiais neste idioma.
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A decisão surgiu na sequência de uma queixa de um pediatra de um hospital de Tarragona
O Supremo Tribunal de Justiça da Catalunha considerou inconstitucional uma lei que obrigava a que o catalão fosse a língua oficial da administração e serviços pública da região.
Na sequência de uma queixa de um pediatra de um hospital de Tarragona, a mais alta instância judicial daquela autonomia decidiu que os funcionários públicos da região não são obrigados a falar em catalão entre eles ou com os utentes, nem têm a obrigação de iniciar conversas telefónicas oficiais neste idioma.
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Alvo de piada por erro de inglês, brasileiro é contratado por café na Irlanda
Rafael Barifouse
Da BBC Brasil em São Paulo
Era para ser uma brincadeira, mas um post feito no Facebook pelo proprietário de um café em Dublin, na Irlanda, acabou transformando-se em uma enorme dor de cabeça.
No último dia 15, Paul Stenson publicou na página do seu estabelecimento, o White Moose Café, um comentário sobre uma entrevista de emprego que havia feito com um brasileiro.
"Pobre rapaz, sempre que queria dizer 'cozinha' (kitchen, em inglês), ele dizia 'frango' (chicken). 'Eu quero muito ser assistente de frango'. 'Eu gosto de frango'. 'Seu frango é grande?' Nunca foi tão difícil me manter sério em toda minha vida", disse Stenson no texto (abaixo), que recebeu 1,3 mil curtidas e foi compartilhado 67 vezes.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Facebook: falta de idiomas é uma das barreiras para o acesso à web
REDAÇÃO OLHAR DIGITAL 23/02/2016
Um estudo realizado pelo Facebook e divulgado na última segunda-feira,22, mostra que uma das grandes barreiras da adoção da internet pela população mundial, além do dinheiro, é a falta de mais línguas na rede. De acordo com a pesquisa, 10 idiomas representam quase 90% dos sites.
Segundo os resultados obtidos, a linguagem continua sendo uma das quatro maiores barreiras que as pessoas enfrentam para se manterem online. Na Nigéria, por exemplo, uma pesquisa realizada anteriormente mostra que 75% dos entrevistados nunca tinha ouvido a palavra "internet".
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Um estudo realizado pelo Facebook e divulgado na última segunda-feira,22, mostra que uma das grandes barreiras da adoção da internet pela população mundial, além do dinheiro, é a falta de mais línguas na rede. De acordo com a pesquisa, 10 idiomas representam quase 90% dos sites.
Segundo os resultados obtidos, a linguagem continua sendo uma das quatro maiores barreiras que as pessoas enfrentam para se manterem online. Na Nigéria, por exemplo, uma pesquisa realizada anteriormente mostra que 75% dos entrevistados nunca tinha ouvido a palavra "internet".
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Estudo mostra idiomas maternos mais falados no Brasil, depois do português
por Marcelo Maio - 16/02/2016
TÓQUIO (IPC Digital) – A página na internet Latino Diversity tinha o intuito de pesquisar a diversidade da população que vive no Brasil. Para tanto, fez um estudo em diversos estados brasileiros, a fim de detectar os idiomas maternos mais falados no país, depois do português.
De acordo com o estudo, o japonês é a língua materna mais falada no Pará. Em São Paulo, o japonês também está muito presente, mas divide espaço com o italiano e com o árabe.
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TÓQUIO (IPC Digital) – A página na internet Latino Diversity tinha o intuito de pesquisar a diversidade da população que vive no Brasil. Para tanto, fez um estudo em diversos estados brasileiros, a fim de detectar os idiomas maternos mais falados no país, depois do português.
De acordo com o estudo, o japonês é a língua materna mais falada no Pará. Em São Paulo, o japonês também está muito presente, mas divide espaço com o italiano e com o árabe.
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