Comentários e notícias sobre o esperanto, política linguística e comunicação internacional
terça-feira, 7 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Mais da metade dos alunos que são patrocinados para estudar inglês não têm fluência
Por Redação
Pesquisa realizada pela consultoria brasileira BIRD Gestão Estratégica de Idiomas mostra que mais da metade dos alunos que fazem cursos de idioma patrocinados pelas empresas onde trabalham não tem proficiência. No ano passado, apenas 44,4% dos profissionais estudantes atingiram a meta.
Apesar de baixo, o resultado é cinco pontos percentuais acima do ano anterior. O estudo, feito desde 2003, usa os resultados de um universo de 7.957 diagnósticos de proficiência linguística de profissionais que atuam em empresas do setor financeiro.
A proficiência média caiu de 51,63% em 2004 para 44,4% em 2012, após atingir um pico em 2006. Depois de 2006 houve uma queda sistemática em todas as habilidades e uma retomada geral desde 2011. A queda da média mais alta, em 2005, para a mais baixa, em 2011, foi de 14,85 pontos. Em todo o período, de 2003 a 2012, a queda foi de 7,23 pontos.
Fonte: Isto É Dinheiro
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Estudo em Portugal exige que alunos brasileiros dominem inglês
Comentário: a notícia abaixo é uma prova que o inglês não é e nunca foi um idioma internacional. Os brasileiros preferem estudar em Portugal porque não sabem falar outros idiomas. Por outro lado, o submisso governo brasileiro prefere insistir em sua política linguística alinhada e subserviente aos interesses econômicos e geopolíticos dos EUA, que através da imposição do idioma inglês, obtém vantagens econômicas e políticas.
Enquanto isto, o esperanto comtinua sendo negligenciado por não ser bom para os donos do poder.
João
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29/04/13 -
Estudo em Portugal exige que alunos brasileiros dominem inglês
Fonte: Agência Brasil
O governo federal resolveu remanejar os estudantes selecionados pelo Programa Ciência sem Fronteiras que se candidataram a universidades portuguesas para outros países. Esses alunos estão sendo reencaminhados para os Estados Unidos, o Canada, a Austrália, o Reino Unido, a Irlanda, a Alemanha, a França e a Itália.
A razão anunciada pelo ministro da Educação Aloizio Mercadante é a necessidade de “estimular os jovens a falar mais uma língua, a conhecer e ter competência específica em outras culturas”.
Para o governo, a facilidade do mesmo idioma fez com que Portugal virasse o principal destino dos estudantes de graduação do Ciência sem Fronteiras no ano passado.
No entanto, há exemplos de diversos cursos em que é necessária a leitura e a fluência verbal em inglês, tanto na área de ciências exatas quanto na de humanas. “É preciso desmistificar que os alunos vão chegar aqui e ter todas as aulas em português. Boa parte da bibliografia é em inglês. Os livros na biblioteca, na maioria, estão em inglês. Na sala de aula, quando há um aluno [estrangeiro] que não fala português, a aula é ministrada em inglês”, explicou Francisco Alves Pinheiro, professor da Universidade Federal do Vale do São Francisco.
Segundo Sebastião Feyo de Azevedo, diretor da faculdade, há estudantes de 71 países na instituição, atraídos pela qualidade dos cursos. “A nossa política é ter cooperação internacional, particularmente com a Europa e com os países da lusofonia”, disse Azevedo à Agência Brasil dias antes da vinda do ministro Aloizio Mercadante a Portugal, em março. Enquanto o diretor dava entrevista, no auditório ao lado um estudante ensaiava a defesa de tese em inglês.
Além da Universidade do Porto, cuja Faculdade de Engenharia está entre as sete melhores no ranking oficial da União Europeia, há outros exemplos de internacionalização, como o Instituto Superior Técnico de Lisboa, com mil alunos estrangeiros, a Faculdade de Arquitetura e o Instituto Superior de Economia e Gestão (Iseg) da Universidade Técnica de Lisboa e o Instituto Universitário de Lisboa (Iscte).
Existem, inclusive, faculdades com o próprio nome em inglês, como a Aeronautical Sciences Academy da Universidade do Minho, a Global School of Law da Universidade Católica em Lisboa e a Nova School of Business and Economics (NBSE) da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, onde há 17 anos o ensino é em inglês.
Ter aulas em inglês ajudou a projeção internacional da NBSE, que está na lista das 30 melhores escolas de negócio da Europa, segundo a revista Financial Times. “Esta é a melhor maneira de trazer para o universo da língua portuguesa pessoas que, de outra maneira, nunca viriam. A base de escolha fica muito maior”, explica João Amaro de Matos, coordenador da School of Business and Economics, referindo-se à contratação de professores e à admissão de alunos estrangeiros. Um terço dos docentes e estudantes da NBSE é formado por estrangeiros.
A internacionalização das universidades de Portugal incrementa a exportação de serviços do país, fundamental neste período de crise econômica.“Em um país pequenino como Portugal, o número de empresas que podem empregar os alunos com alta capacidade é limitado. Cumprimos melhor o nosso papel na sociedade quanto mais alunos, quanto mais pessoas com competências conseguirmos colocar no mercado e quanto para mais empresas formos úteis”, disse Matos, defendendo a “abertura de espírito” quanto ao ensino em língua estrangeira.
Em Portugal, os alunos estudam dois idiomas estrangeiros desde o ensino fundamental e no ensino médio é facultado um terceiro idioma. Para Matos, a internacionalização dos cursos acadêmicos é vocação natural do país. “Não estamos no centro da Europa, mas no centro do mundo”.
http://www.ribeiraopretoonline.com.br/educacao-ribeirao-preto/estudo-em-portugal-exige-que-alunos-brasileiros-dominem-ingles/65652
terça-feira, 2 de abril de 2013
Ciência sem Fronteiras expõe 'lado feio' do ensino de idiomas no país
Por falta de domínio do inglês, maioria prefere estudar em Portugal
Angela Chagas
Dados obtidos nesta semana pelo Terra apontam que de um total de 22.885 bolsistas que estudam no exterior por meio do programa Ciência sem Fronteiras, 2.935 estão em Portugal, o que corresponde a praticamente 13% do total. Representantes de universidades brasileiras e o próprio governo consideram o número extremamente alto, principalmente se levado em conta que o Brasil tem convênio de intercâmbio com 20 nações. Segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia do Ministério da Educação, o problema está na falta de domínio de outros idiomas por parte dos estudantes brasileiros.
Para o professor José Carlos Almeida Filho, pesquisador do Departamento de Línguas Estrangeiras da Universidade de Brasília (UnB), o Ciência sem Fronteiras – lançado em dezembro de 2011 com o objetivo de oferecer mais de 100 mil bolsas de estudo em quatro anos – expõe o "lado feio" da educação no Brasil. "Essa ida para o exterior é muito saudável, mas mostrou o lado feio, as pessoas não estavam percebendo o quanto é fraco o ensino de idiomas nas escolas do Brasil". Segundo ele, falta uma política de longo prazo para garantir o aprendizado, principalmente de inglês e espanhol. Investimento na formação de professores, aumento da carga horária de aulas e diversificação do material didático são alguns pontos apontados pelo pesquisador.
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segunda-feira, 25 de março de 2013
Procura por idiomas além do inglês continua estagnada em Manaus
24/03/2013
Professora de espanhol diz que Manaus corre risco de passar vergonha.
Escola especializada em francês registra matrículas sem elevação.
Camila Henriques
Do G1 AM
Aliança Francesa registra nível estável de matriculados faltando 15 meses para a Copa do Mundo de 2014 em Manaus (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
As escolas de idiomas em Manaus registram estagnação na procura por cursos de línguas fora do inglês. Mesmo faltando 15 meses para o início da Copa do Mundo de 2014 e com otimismo de alta devido à proximidade do evento, instituições estão com inscrições na média para o padrão, o que preocupa professores da área.
Especializada no idioma da terra de Zidane, a Aliança Francesa tem usado a Copa de 2014 como chamariz, mas, até o momento o número de alunos está dentro da média, segundo o diretor da escola, Elias Santiago. "Temos aproximadamente 300 pessoas estudando aqui. Mesmo sem aumento, podemos dizer que o interesse está dentro das nossas expectativas", frisou.
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Governo japonês vai incentivar ensino do idioma japonês no exterior
Publicado em 25/03/2013
Tóquio quer aproveitar a popularidade do mangá e do anime
- ipcdigital.com
Divulgação
A crescente popularidade no mundo do mangá e anime do Japão está levando muitos fãs a estudar a língua japonesa. Aproveitando esse fenômeno, o governo japonês planeja avaliar uma forma de expandir o ensino do japonês no exterior, noticiou a NHK. Tóquio argumenta que, apesar do interesse que a cultura japonesa desperta fora de suas fronteiras, não existem oportunidades suficientes para aprender sua língua.Para preencher esta lacuna, o Ministério das Relações Exteriores vai formar um painel de especialistas para analisar as medidas podem ser tomadas para aumentar as oportunidades de aprender japonês no exterior.
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Espanha aumenta exigência de idioma para bolsistas do Ciência Sem Fronteiras
The Christian Post
Novo edital exige nível intermediário e acaba com aperfeiçoamento a ser realizado no exterior
PorMaria Carolina Caiafa | Correspondente do The Christian Post
As normas para o intercâmbio para a Espanha por meio do programa do governo federal Ciência Sem Fronteiras estão mais rígidas. O edital em vigência, com resultado que deve ser divulgado em abril próximo, exige o idioma espanhol em nível intermediário para bolsistas, ao contrário da seleção anterior, finalizada em julho de 2012, na qual não havia essa exigência.
(Foto: Divulgação/Espanha)
A Espanha é abertamente um país multilíngue. Catalão, Galego e Basco são línguas oficiais em suas regiões, além do espanhol.
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O caso da Espanha está na contramão dos requisitos para outros países: recentemente, no início do mês de março, alunos cadastrados para Portugal receberam convite para outros países como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália ou Irlanda, com a possibilidade de bolsa para aprimorar língua estrangeira no exterior, diminuindo assim a exigência de língua estrangeira no momento da inscrição.
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segunda-feira, 11 de março de 2013
Torre de Babel: "Cobertura do conclave terá quase 5 mil jornalistas"
A equipe de imprensa do Vaticano é eficiente e cuidadosa: em geral, transmite informações em vários idiomas em tempo real. Mas o conteúdo atualizado com mais frequência é o divulgado em italiano.
Cobertura do conclave terá quase 5 mil jornalistas
Agência Brasil
Agência Reuters
A eleição do sucessor do papa emérito Bento XVI chama a atenção da imprensa mundial. Pelo menos 4.812 jornalistas, de 1.400 veículos de imprensa, de 24 idiomas e 65 países, obtiveram credenciais (autorização) para a cobertura do conclave, que começa amanhã (12). Porém, até ontem (11) o número de pedidos era 5.256. Antes da concessão de autorização, o Vaticano busca informações sobre os profissionais e os veículos que representam.
De acordo com o Vaticano, estrutura semelhante ocorreu quando o papa João Paulo II morreu, em 2005, e, em seguida, houve a eleição de seu sucessor Bento XVI. Porém, na tentativa de organizar a cobertura, predominam os sistemas de sorteio e pool (quando um veículo é responsável pela transmissão de imagens e informações para os demais).
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quarta-feira, 6 de março de 2013
Prostitutas e travestis receberão aulas de idiomas para a Copa do Mundo
Por Giana Guterres | Correspondente do The Christian Post
Diversos treinamentos estão sendo feitos para voluntários e pessoas que desejam trabalhar nos eventos esportivos que o Brasil vai receber. Muitos têm buscado qualificação e cursos de línguas estrangeiras. Um grupo formado por 300 profissionais do sexo iniciam nessa semana aulas de idiomas. Esse ano, o país receberá a Copa das Confederações e em 2014 a Copa do Mundo. Em 2016, o Brasil também deve receber grande número de turistas nas Olimpíadas, que serão sediadas na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
As aulas serão ministradas por professores voluntários, já são onze. Com duração de três semestres, terão 90 minutos semanais. O aprendizado será composto e focado no vocabulário técnico. "O que elas querem são frases de efeito, o “chegar”, o “alô”, “quanto custa”, o vocabulário técnico, o básico da profissão deles. E vamos deixar para eles questionarem", disse Osmar Rezende, professor voluntário de francês.Segundo informações do G1, entre os integrantes estão mulheres e travestis. As aulas acontecerão em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. As turmas são de idiomas como inglês, espanhol, francês e italiano. A capital mineira irá receber nove jogos – três na Copa das Confederações em junho e seis na Copa do Mundo, no ano que vem.
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domingo, 3 de março de 2013
Prass pede time adaptado às dificuldades do idioma na Libertadores
Goleiro palmeirense cobrou atenção aos seus companheiros acerca dos jogadores e árbitros de outros países sul-americanos, habituados a falar espanhol
iG São Paulo | 01/03/2013
Jogador mais velho do elenco do Palmeiras, Fernando Prass minimiza qualquer inexperiência do grupo em Libertadores. Para o goleiro, um dos fatos que seus colegas devem assimilar da derrota para o Libertad é habituar-se ao fato de que os clubes de todos os outros países envolvidos no torneio falam espanhol, como os árbitros.
Divulgação/Agência Palmeiras
O goleiro Fernando Prass admitiu a dificuldade da equipe pelo idioma
"Não sei se a arbitragem é tendenciosa por pressão ou pelo idioma. Com o (paraguaio Carlos) Amarilla, que é casado com uma brasileira e fala português, é outro jogo", opinou. "Claro que tem a tarimba, o Amarilla é um juiz de ponta, com Copa do Mundo no currículo, mas comunicação faz a diferença."
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