TECNOLOGIA
O Peixe babel é uma das espécies presente no livro O Guia do Mochileiro das Galáxias , de Douglas Adams, e era um peixe capaz de traduzir qualquer idioma para qualquer idioma. Esse é a principal proposta do Pilot, um gadget que será lançado em setembro deste ano nos Estados Unidos. As informações são do jornal inglês The Telegraph
Fone promete traduzir automaticamente qualquer conversa entre duas pessoas
Foto: Waverly Labs / Divulgação
O Pilot, um dispositivo criado por uma empresa norte-americana chamada Waverly Labs, é um fone de ouvido que traduz qualquer conversa em tempo real. Segundo o site da empresa, o fone usa uma ferramenta de tradução incorporada ao aplicativo.
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Comentários e notícias sobre o esperanto, política linguística e comunicação internacional
terça-feira, 17 de maio de 2016
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Taxistas de Vitória se recusam a fazer teste de inglês durante CPI
Conhecimento do idioma é exigido em edital para a concessão de licença.
Nove dos 10 entrevistados em comissão negaram fazer o teste.
Do G1 ES
Nove dos 10 entrevistados em comissão negaram fazer o teste.
Do G1 ES
Os taxistas se recusaram a fazer o teste que comprova o dominio do inglês (Foto: Reinaldo Carvalho/ ALES)
Nove candidatos aprovados na licitação, que abriu mais 108 vagas de táxi em Vitória, se recusaram a fazer testes de comprovação do domínio do inglês durante reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Máfia dos Guinchos, na Assembleia Legislativa do Espírito Santo. Dez licenciados foram ouvidos nesta segunda-feira (16).
A exigência de cursos de línguas constava no edital da licitação aberta pela Prefeitura de Vitória e foi responsável pelo critério diferenciado de pontuação.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Falar só um idioma é o analfabetismo do século 21?
Especialista lançou o debate em convenção nos EUA, argumentando que dominar apenas a língua nativa pode ser barreira hoje para jovens.
Constanza Hola Chamy
Da BBC Mundo
Em 2013, ao participar da Conferência da Sociedade Asiática do Idioma Chinês, em Boston, nos Estados Unidos, Gregg Roberts não imaginava que aquele momento o transformaria em celebridade global em sua área de atuação.
Ele apresentava o programa de imersão em idiomas que comanda no pequeno e conservador Estado de Utah quando disse: "O monolinguismo é o analfabetismo do século 21".
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Constanza Hola Chamy
Da BBC Mundo
Em 2013, ao participar da Conferência da Sociedade Asiática do Idioma Chinês, em Boston, nos Estados Unidos, Gregg Roberts não imaginava que aquele momento o transformaria em celebridade global em sua área de atuação.
Ele apresentava o programa de imersão em idiomas que comanda no pequeno e conservador Estado de Utah quando disse: "O monolinguismo é o analfabetismo do século 21".
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GOLEIRO DO REAL MADRID, ABAFA POLÊMICA DE NÃO PODER FALAR O CATALÃO
por Luis Fernando de Sousa Cavalcante
A temporada europeia está chegando ao fim e o Campeonato Espanhol, chega a sua última rodada sem ter ainda o seu vencedor, mas ao invés deste embate ser o assunto do momento, uma entrevista de Kiko Casilla, goleiro reserva do Real Madrid, gerou mais destaque do que até mesmo a briga pelo título da La Liga entre Barcelona e a equipe merengue.
O fato que gerou tamanha polêmica na Espanha, foi um vídeo que circulou, mostrando um funcionário do Real Madrid, do departamento de comunicação do clube, proibindo o goleiro de responder uma pergunta em sua língua natal, o catalão, após o jogo contra o Valência no último domingo.
O goleiro que foi contratado para fazer sombra para Keylor Navas, nasceu na província de Alcover, uma pequena comunidade independente da Catalunha, na qual usa o catalão ao invés da linguagem oficial do país, o espanhol. Além disso, o jogador atuou por oito temporadas no Espanyol, o que fez com que despertasse o interesse de um jornalista da TV3 de Barcelona, vir até ele para fazer uma entrevista na zona mista ao final da partida, na qual fez uma pergunta em catalão.
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A temporada europeia está chegando ao fim e o Campeonato Espanhol, chega a sua última rodada sem ter ainda o seu vencedor, mas ao invés deste embate ser o assunto do momento, uma entrevista de Kiko Casilla, goleiro reserva do Real Madrid, gerou mais destaque do que até mesmo a briga pelo título da La Liga entre Barcelona e a equipe merengue.
O fato que gerou tamanha polêmica na Espanha, foi um vídeo que circulou, mostrando um funcionário do Real Madrid, do departamento de comunicação do clube, proibindo o goleiro de responder uma pergunta em sua língua natal, o catalão, após o jogo contra o Valência no último domingo.
O goleiro que foi contratado para fazer sombra para Keylor Navas, nasceu na província de Alcover, uma pequena comunidade independente da Catalunha, na qual usa o catalão ao invés da linguagem oficial do país, o espanhol. Além disso, o jogador atuou por oito temporadas no Espanyol, o que fez com que despertasse o interesse de um jornalista da TV3 de Barcelona, vir até ele para fazer uma entrevista na zona mista ao final da partida, na qual fez uma pergunta em catalão.
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Entende mesmo o inglês britânico? Prove com este exercício
Editado por Claudia Gasparini, de EXAME.com
* Escrito por Rosangela Souza, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto
A incrível diversidade de vocabulários e sotaques do inglês pode causar bastante dificuldade para quem estuda o idioma.
Se você está acostumado com a forma como os americanos falam, por exemplo, pode sofrer para entender alguns termos usados no Reino Unido; se está mais habituado ao estilo britânico, pode ter dificuldade para compreender termos usados nos EUA. Isso sem falar no inglês australiano, canadense, irlandês etc.
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* Escrito por Rosangela Souza, fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto
A incrível diversidade de vocabulários e sotaques do inglês pode causar bastante dificuldade para quem estuda o idioma.
Se você está acostumado com a forma como os americanos falam, por exemplo, pode sofrer para entender alguns termos usados no Reino Unido; se está mais habituado ao estilo britânico, pode ter dificuldade para compreender termos usados nos EUA. Isso sem falar no inglês australiano, canadense, irlandês etc.
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quinta-feira, 5 de maio de 2016
(Des)acordo ortográfico: académicos dizem que é tempo de parar para pensar
Escrito por Lourdes Fortes, Rádio Morabeza/Expresso das Ilhas
O Acordo Ortográfico de 1990 continua a ser um ponto de discórdia entre académicos. Nos países que têm o português como língua oficial, a implementação das novas normas avança a diferentes velocidades.
Um acordo político, movido por interesses económico: é assim que o documento é definido à Morabeza.
Manuel Brito-Semedo defende que Cabo Verde deveria suspender o processo de implementação e envolver a sociedade na discussão sobre o tema.
O professor universitário fundamenta a sua posição com aquilo que classifica de falta de clarificação.
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O Acordo Ortográfico de 1990 continua a ser um ponto de discórdia entre académicos. Nos países que têm o português como língua oficial, a implementação das novas normas avança a diferentes velocidades.
Um acordo político, movido por interesses económico: é assim que o documento é definido à Morabeza.
Manuel Brito-Semedo defende que Cabo Verde deveria suspender o processo de implementação e envolver a sociedade na discussão sobre o tema.
O professor universitário fundamenta a sua posição com aquilo que classifica de falta de clarificação.
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segunda-feira, 2 de maio de 2016
Brasil é o país que mais utiliza o Google Tradutor no mundo
Ferramenta de tradução da Google comemora 10 anos de existência!
O Brasil é o país que mais utiliza o Google Tradutor no mundo. 92% das traduções são realizadas fora dos Estados Unidos, e o Brasil é o líder deste percentual. A ferramenta de tradução é capaz de traduzir 130 idiomas diferentes, abrangendo a língua de 99% da população mundial que utiliza a internet, de acordo com a Google.
A gigante da tecnologia também divulgou outras curiosidades sobre o seu serviço de tradução, que fez 10 anos de existência na última quinta-feira (28). A ferramenta é utilizada por mais de 500 milhões de pessoas.Leia mais
Acre sediará a Segunda Conferência Internacional da Ayahuasca
Os idiomas da conferência serão português, espanhol e inglês e haverá tradução simultânea disponível no auditório principal.
Por Arison Jardim
Apresentando toda a diversidade da cultura da ayahuasqueira na Amazônia e no mundo, a Segunda Conferência Internacional da Ayahuasca (Aya 2016) chega ao Acre entre os dias 17 e 22 de outubro deste ano, na Universidade Federal do Acre (Ufac). Dois anos após a primeira conferência, em Ibiza (Espanha), O Centro Internacional para Educação, Pesquisa e Serviço em Etnobotânica (Iceers, na sigla em inglês), reúne no estado a comunidade internacional interessada na ayahuasca (bebida com o espírito de diálogo e intercâmbio de conhecimentos e experiências.
Serão 35 palestrantes da Europa, Estados Unidos e Brasil, além de líderes espirituais indígenas do Equador, Colômbia e Equador. O evento reúne um público diversificado, por exemplo, em 2014 foram mais de 50 países representados, trocando conhecimentos, lições e aprendizagens.
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Por Arison Jardim
Apresentando toda a diversidade da cultura da ayahuasqueira na Amazônia e no mundo, a Segunda Conferência Internacional da Ayahuasca (Aya 2016) chega ao Acre entre os dias 17 e 22 de outubro deste ano, na Universidade Federal do Acre (Ufac). Dois anos após a primeira conferência, em Ibiza (Espanha), O Centro Internacional para Educação, Pesquisa e Serviço em Etnobotânica (Iceers, na sigla em inglês), reúne no estado a comunidade internacional interessada na ayahuasca (bebida com o espírito de diálogo e intercâmbio de conhecimentos e experiências.
Serão 35 palestrantes da Europa, Estados Unidos e Brasil, além de líderes espirituais indígenas do Equador, Colômbia e Equador. O evento reúne um público diversificado, por exemplo, em 2014 foram mais de 50 países representados, trocando conhecimentos, lições e aprendizagens.
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segunda-feira, 18 de abril de 2016
Futuro dos idiomas indígenas será tema de palestra no Museu do Amanhã
A diversidade linguística do Brasil ainda é pouco conhecida. Atualmente, são faladas mais 200 línguas no país, e a maioria – pelo menos 190, segundo a Unesco – é indígena. Há registros de que antes da chegada dos europeus mais de 1.500 línguas eram faladas no território. A comparação indica um grande risco de extinção para os idiomas indígenas no Brasil.
Como o enfraquecimento das línguas dos índios afeta a vida das aldeias? O que pode ser feito para preservar estas culturas? Para responder a estas perguntas, o Museu do Amanhã promove nesta terça-feira, dia 19 de abril – quando se celebra o Dia do Índio, uma palestra com a antropóloga e linguista Bruna Franchetto, também professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
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Como o enfraquecimento das línguas dos índios afeta a vida das aldeias? O que pode ser feito para preservar estas culturas? Para responder a estas perguntas, o Museu do Amanhã promove nesta terça-feira, dia 19 de abril – quando se celebra o Dia do Índio, uma palestra com a antropóloga e linguista Bruna Franchetto, também professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
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domingo, 17 de abril de 2016
COMBATE AO TERRORISMO: Europa enfrenta o desafio de equilibrar segurança e liberdade
A cooperação também é prejudicada pela diferença de idiomas, atuação da inteligência, orçamento e até percepções sobre a ameaça de ataques terroristas.
Falta de cooperação entre agências de inteligência dos países europeus e porosidade das fronteiras do continente impedem o combate ao terrorismo
Países europeus se baseiam praticamente em dados da inteligência americana (Foto: Flickr)
Levou duas semanas para que investigadores descobrissem que os terroristas que atacaram Bruxelas, capital da Bélgica, tinham inicialmente o objetivo de realizar novos atentados em Paris. Até hoje, os governos de vários países da Europa não sabem a escala dos planos do Estado Islâmico (Isis) para o continente.
Membros do Isis se movem livremente pelas fronteiras e os investigadores acreditam que há células terroristas em países que ainda não foram alvos de atos violentos. Eles acreditam que os próximos alvos mais prováveis são Reino Unido, Alemanha e Itália. Tais constatações reforçam a urgente necessidade de reparar as falhas da segurança e do sistema judiciário da Europa.
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Falta de cooperação entre agências de inteligência dos países europeus e porosidade das fronteiras do continente impedem o combate ao terrorismo
Países europeus se baseiam praticamente em dados da inteligência americana (Foto: Flickr)
Levou duas semanas para que investigadores descobrissem que os terroristas que atacaram Bruxelas, capital da Bélgica, tinham inicialmente o objetivo de realizar novos atentados em Paris. Até hoje, os governos de vários países da Europa não sabem a escala dos planos do Estado Islâmico (Isis) para o continente.
Membros do Isis se movem livremente pelas fronteiras e os investigadores acreditam que há células terroristas em países que ainda não foram alvos de atos violentos. Eles acreditam que os próximos alvos mais prováveis são Reino Unido, Alemanha e Itália. Tais constatações reforçam a urgente necessidade de reparar as falhas da segurança e do sistema judiciário da Europa.
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