Para a maioria das pessoas, principalmente na fase adulta, aprender inglês é um grande desafio. Segundo, o Gerente Acadêmico do Centro Britânico Franquias, Júlio César F. Vieitas, apenas 20% dos alunos que iniciam o curso no nível básico, chegam ao final do nível avançado sem ter abandonado sequer uma ver o curso.
Para driblar esse percentual e tentar aumentar o número de bilíngues no Brasil, Júlio destacou os 5 erros mais praticados por quem acaba desistindo do inglês para que você siga em frente, rumo a fluência.
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Comentários e notícias sobre o esperanto, política linguística e comunicação internacional
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Merkel anuncia medidas de integração para migrantes
Se rejeitarem aulas sobre o idioma, as leis e a cultura do país ficam sujeitos a cortes nos apoios.
A chanceler alemã Angela Merkel anunciou hoje novas medidas de carácter legal para a integração de migrantes ou refugiados que pretendam viver e trabalhar na Alemanha. Entre as medidas anunciadas está um pacote legal a prever que rejeitar aulas sobre o idioma, as leis e a cultura do país possa acarretar cortes nos apoios.
A imprensa alemã divulgou declarações de Merkel considerando que a primeira lei de integração criada pelo país se destina a facilitar o acesso ao mercado de trabalho por parte de quem procura asilo. O Executivo prometeu, numa espécie de troca, 100 mil novas oportunidades de emprego. E, durante três anos, fica suspensa uma lei a exigir que os patrões dêem preferência a cidadãos alemães ou da União Europeia face a migrantes de outros países.
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A chanceler alemã Angela Merkel anunciou hoje novas medidas de carácter legal para a integração de migrantes ou refugiados que pretendam viver e trabalhar na Alemanha. Entre as medidas anunciadas está um pacote legal a prever que rejeitar aulas sobre o idioma, as leis e a cultura do país possa acarretar cortes nos apoios.
A imprensa alemã divulgou declarações de Merkel considerando que a primeira lei de integração criada pelo país se destina a facilitar o acesso ao mercado de trabalho por parte de quem procura asilo. O Executivo prometeu, numa espécie de troca, 100 mil novas oportunidades de emprego. E, durante três anos, fica suspensa uma lei a exigir que os patrões dêem preferência a cidadãos alemães ou da União Europeia face a migrantes de outros países.
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Camiseta com ícones ajuda viajante a se comunicar em qualquer país
Do UOL, em São Paulo
Camiseta com ícones é a solução para viajantes
Saber algumas palavras como "olá" e "obrigada" no idioma do país que você está visitando não só é útil, como bastante simpático. Porém, se você não domina o idioma local e a arte da mímica, achar o caminho para o hotel ou um lugar para comer pode ser bastante complicado.
Pensando nisso, a empresa americana Iconspeak partiu de uma ideia simples para ajudar turistas onde quer que eles estejam: uma camiseta que leva em sua estampa símbolos de transporte, hotel, lazer, wifi etc.
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Camiseta com ícones é a solução para viajantes
Saber algumas palavras como "olá" e "obrigada" no idioma do país que você está visitando não só é útil, como bastante simpático. Porém, se você não domina o idioma local e a arte da mímica, achar o caminho para o hotel ou um lugar para comer pode ser bastante complicado.
Pensando nisso, a empresa americana Iconspeak partiu de uma ideia simples para ajudar turistas onde quer que eles estejam: uma camiseta que leva em sua estampa símbolos de transporte, hotel, lazer, wifi etc.
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domingo, 10 de abril de 2016
Árabe vai superar finlandês como 2ª língua mais falada na Suécia
Crise de refugiados e morte de antigos imigrantes finlandeses contribuíram para a mudança
10 abr, 2016
Árabe vai superar finlandês como 2ª língua mais falada na Suécia
Jornal árabe Öresunds Puls, lançado em 2015 na Suécia (Foto: Mohamed Halwani)
O árabe está prestes a tomar o lugar do finlandês como segunda língua mais falada na Suécia. A conclusão é de um estudo feito pelo linguista Mikael Parkvall, da Universidade de Estocolmo.
Segundo o estudo, em 2012, cerca de 200 mil pessoas residentes na Suécia tinham o finlandês como língua principal, enquanto 155 mil tinham o árabe. Desde então, muitos falantes de árabe chegaram à Suécia como refugiados, enquanto o número de pessoas que falam finlandês entrou em declínio.
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10 abr, 2016
Árabe vai superar finlandês como 2ª língua mais falada na Suécia
Jornal árabe Öresunds Puls, lançado em 2015 na Suécia (Foto: Mohamed Halwani)
O árabe está prestes a tomar o lugar do finlandês como segunda língua mais falada na Suécia. A conclusão é de um estudo feito pelo linguista Mikael Parkvall, da Universidade de Estocolmo.
Segundo o estudo, em 2012, cerca de 200 mil pessoas residentes na Suécia tinham o finlandês como língua principal, enquanto 155 mil tinham o árabe. Desde então, muitos falantes de árabe chegaram à Suécia como refugiados, enquanto o número de pessoas que falam finlandês entrou em declínio.
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sexta-feira, 8 de abril de 2016
China abrirá em todo o país centros de pesquisa de idiomas
A China vai cobrir todo o país com centros de pesquisa de proteção de idiomas em 2016, na iniciativa nacional de conservação dos recursos linguísticos.
O projeto, que foi lançado em maio de 2015, foi organizado pelo Ministério de Educação e Comissão Nacional de Línguas e Escrita. Até o momento, já foram concluídos os trabalhos de pesquisa de 81 idiomas de minorias étnicas e 53 dialetos do mandarim.
O projeto é voltado para pesquisa e coleta dos recursos das línguas e dialetos da China para criar um grande banco de dados multimídia.
No ano passado, as províncias de Fujian, Zhejiang e Shanxi, e o município de Chongqing, foram as primeiras regiões a implementar o projeto.
Tradução: Paula Chen
Revisão: Denise Melo
fonte
O projeto, que foi lançado em maio de 2015, foi organizado pelo Ministério de Educação e Comissão Nacional de Línguas e Escrita. Até o momento, já foram concluídos os trabalhos de pesquisa de 81 idiomas de minorias étnicas e 53 dialetos do mandarim.
O projeto é voltado para pesquisa e coleta dos recursos das línguas e dialetos da China para criar um grande banco de dados multimídia.
No ano passado, as províncias de Fujian, Zhejiang e Shanxi, e o município de Chongqing, foram as primeiras regiões a implementar o projeto.
Tradução: Paula Chen
Revisão: Denise Melo
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quarta-feira, 6 de abril de 2016
Parlamento da Guiné-Equatorial com sessões em português? Ainda não é para agora
A vice-presidente do Senado da Guiné-Equatorial explica que nesta fase, o trabalho que o Parlamento está a realizar passa por ensinar aos parlamentares deste país da CPLP como falar português.
Lusa
"Estamos criando condições para que todos os funcionários aprendam português, particularmente os dos assuntos exteriores e os parlamentares, porque temos mais contacto com a CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], por exemplo", respondeu, em declarações à agência Lusa.
Pilar Djombe Djangani, que falava à margem da assembleia parlamentar da CPLP em Brasília, capital do Brasil, não quis precisar quando haverá sessões parlamentares em português, referindo que vai depender da velocidade do processo e da criação de centros.
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"Estamos criando condições para que todos os funcionários aprendam português, particularmente os dos assuntos exteriores e os parlamentares, porque temos mais contacto com a CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], por exemplo", respondeu, em declarações à agência Lusa.
Pilar Djombe Djangani, que falava à margem da assembleia parlamentar da CPLP em Brasília, capital do Brasil, não quis precisar quando haverá sessões parlamentares em português, referindo que vai depender da velocidade do processo e da criação de centros.
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quinta-feira, 31 de março de 2016
Racismo: deputados não aceitam depoimento de indígena Terena na língua materna
Fonte da notícia: Assessoria de Comunicação / Cimi-MS Compartilhar
Numa cena de racismo arrepiante, parlamentares que compõem a CPI do Genocídio inviabilizaram o depoimento do indígena Paulino Terena, da terra indígena Pillad Rebuá, nesta quinta-feira, 31. Ele é a liderança de uma das principais retomadas Terena em Miranda (MS), região do Pantanal, e falaria sobre as pressões da vida na reserva e os ataques que ele e a comunidade vem sofrendo no acampamento onde moram desde 2013.
Paulino foi convocado à depor na CPI na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul. Optou por dar seu depoimento em sua língua materna. Mesmo com a presença de intérprete, os deputados Paulo Correa (PR), Mara Caseiro (PSDB) e Professor Rinaldo (PSDB), contudo, opuseram-se veementemente, inviabilizando a contribuição do indígena, acusando a ele e à intérprete Terena, a professora e mestre em educação Maria de Lourdes Elias, da aldeia Cachoeirinha, de mentirem sobre compreenderem ou não a língua portuguesa.
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Numa cena de racismo arrepiante, parlamentares que compõem a CPI do Genocídio inviabilizaram o depoimento do indígena Paulino Terena, da terra indígena Pillad Rebuá, nesta quinta-feira, 31. Ele é a liderança de uma das principais retomadas Terena em Miranda (MS), região do Pantanal, e falaria sobre as pressões da vida na reserva e os ataques que ele e a comunidade vem sofrendo no acampamento onde moram desde 2013.
Paulino foi convocado à depor na CPI na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul. Optou por dar seu depoimento em sua língua materna. Mesmo com a presença de intérprete, os deputados Paulo Correa (PR), Mara Caseiro (PSDB) e Professor Rinaldo (PSDB), contudo, opuseram-se veementemente, inviabilizando a contribuição do indígena, acusando a ele e à intérprete Terena, a professora e mestre em educação Maria de Lourdes Elias, da aldeia Cachoeirinha, de mentirem sobre compreenderem ou não a língua portuguesa.
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Deputado denuncia Índio que quis depor em idioma natural
Paulino Terena terá de prestar esclarecimentos à justiça
Clayton Neves
Sessão da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi desta terça-feira (31) acabou sendo suspensa e virando caso de polícia, depois que Paulino Silva, liderança indígena da Aldeia Moreira no município de Miranda, informou aos integrantes da comissão o desejo de prestar depoimento em seu idioma materno já que, segundo ele, não dominava a língua portuguesa.
Wagner Guimarães-ALMSWagner Guimarães-ALMSO deputado João Grandão (PT), membro da CPI do Cimi, conta que diante da afirmação, integrantes da mesa se manifestaram contrários a afirmativa do terena e asseguraram que Paulino sabia falar em português. O deputado lembra que um vídeo onde a liderança podia ser vista falando em português foi exibido à comissão pelo deputado Paulo Corrêa (PR).
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Clayton Neves
Sessão da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi desta terça-feira (31) acabou sendo suspensa e virando caso de polícia, depois que Paulino Silva, liderança indígena da Aldeia Moreira no município de Miranda, informou aos integrantes da comissão o desejo de prestar depoimento em seu idioma materno já que, segundo ele, não dominava a língua portuguesa.
Wagner Guimarães-ALMSWagner Guimarães-ALMSO deputado João Grandão (PT), membro da CPI do Cimi, conta que diante da afirmação, integrantes da mesa se manifestaram contrários a afirmativa do terena e asseguraram que Paulino sabia falar em português. O deputado lembra que um vídeo onde a liderança podia ser vista falando em português foi exibido à comissão pelo deputado Paulo Corrêa (PR).
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quarta-feira, 30 de março de 2016
Mais de 40% dos portugueses não falam outro idioma
Os portugueses estão longe de ser uma referência de primeira linha no que toca ao domínio de idiomas, mas também não são dos piores na Europa. Portugal está, aliás, acima da média europeia do conhecimento de línguas estrangeiras, segundo a consultora de recursos humanos Randstad, com base em dados do Eurostat.
O último estudo que publica esta empresa revela que 42% dos profissionais portugueses não conhece nenhum segundo idioma. Os piores na Europa são os irlandeses (73%), seguidos dos hungaros (63%) e bulgaros (61%).
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O último estudo que publica esta empresa revela que 42% dos profissionais portugueses não conhece nenhum segundo idioma. Os piores na Europa são os irlandeses (73%), seguidos dos hungaros (63%) e bulgaros (61%).
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terça-feira, 29 de março de 2016
(Portugal) Investigadores de sete países europeus analisam idioma mirandês
A aldeia de Picote, no concelho de Miranda do Douro, acolhe até quarta-feira, o primeiro Encontro Internacional de Investigadores de Língua Mirandesa oriundos de seis países europeus, com a finalidade de proporcionar a partilha de saberes e experiências.
"O principal objetivo da iniciativa é o de juntar as pessoas que trabalham em torno da língua mirandesa, da investigação da segunda língua oficial em Portugal e que têm estudo publicados. Pretende-se, ao mesmo tempo, discutir os trabalhos que têm sido feitos por investigadores estrangeiros", disse à Lusa António Bárbolo Alves, um dos mentores do Encontro Internacional de Investigadores de Língua Mirandesa.
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"O principal objetivo da iniciativa é o de juntar as pessoas que trabalham em torno da língua mirandesa, da investigação da segunda língua oficial em Portugal e que têm estudo publicados. Pretende-se, ao mesmo tempo, discutir os trabalhos que têm sido feitos por investigadores estrangeiros", disse à Lusa António Bárbolo Alves, um dos mentores do Encontro Internacional de Investigadores de Língua Mirandesa.
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