sexta-feira, 8 de abril de 2016

China abrirá em todo o país centros de pesquisa de idiomas

 A China vai cobrir todo o país com centros de pesquisa de proteção de idiomas em 2016, na iniciativa nacional de conservação dos recursos linguísticos.
O projeto, que foi lançado em maio de 2015, foi organizado pelo Ministério de Educação e Comissão Nacional de Línguas e Escrita. Até o momento, já foram concluídos os trabalhos de pesquisa de 81 idiomas de minorias étnicas e 53 dialetos do mandarim.

O projeto é voltado para pesquisa e coleta dos recursos das línguas e dialetos da China para criar um grande banco de dados multimídia.

No ano passado, as províncias de Fujian, Zhejiang e Shanxi, e o município de Chongqing, foram as primeiras regiões a implementar o projeto.

Tradução: Paula Chen

Revisão: Denise Melo
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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Parlamento da Guiné-Equatorial com sessões em português? Ainda não é para agora

A vice-presidente do Senado da Guiné-Equatorial explica que nesta fase, o trabalho que o Parlamento está a realizar passa por ensinar aos parlamentares deste país da CPLP como falar português.

Lusa
"Estamos criando condições para que todos os funcionários aprendam português, particularmente os dos assuntos exteriores e os parlamentares, porque temos mais contacto com a CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], por exemplo", respondeu, em declarações à agência Lusa.

Pilar Djombe Djangani, que falava à margem da assembleia parlamentar da CPLP em Brasília, capital do Brasil, não quis precisar quando haverá sessões parlamentares em português, referindo que vai depender da velocidade do processo e da criação de centros.

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quinta-feira, 31 de março de 2016

Racismo: deputados não aceitam depoimento de indígena Terena na língua materna

Fonte da notícia: Assessoria de Comunicação / Cimi-MS Compartilhar

 Numa cena de racismo arrepiante, parlamentares que compõem a CPI do Genocídio inviabilizaram o depoimento do indígena Paulino Terena, da terra indígena Pillad Rebuá, nesta quinta-feira, 31. Ele é a liderança de uma das principais retomadas Terena em Miranda (MS), região do Pantanal, e falaria sobre as pressões da vida na reserva e os ataques que ele e a comunidade vem sofrendo no acampamento onde moram desde 2013.

Paulino foi convocado à depor na CPI na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul. Optou por dar seu depoimento em sua língua materna. Mesmo com a presença de intérprete, os deputados Paulo Correa (PR), Mara Caseiro (PSDB) e Professor Rinaldo (PSDB), contudo, opuseram-se veementemente, inviabilizando a contribuição do indígena, acusando a ele e à intérprete Terena, a professora e mestre em educação Maria de Lourdes Elias, da aldeia Cachoeirinha, de mentirem sobre compreenderem ou não a língua portuguesa.

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Deputado denuncia Índio que quis depor em idioma natural

Paulino Terena terá de prestar esclarecimentos à justiça

Clayton Neves

Sessão da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Cimi desta terça-feira (31) acabou sendo suspensa e virando caso de polícia, depois que Paulino Silva, liderança indígena da Aldeia Moreira no município de Miranda, informou aos integrantes da comissão o desejo de prestar depoimento em seu idioma materno já que, segundo ele, não dominava a língua portuguesa.

Wagner Guimarães-ALMSWagner Guimarães-ALMSO deputado João Grandão (PT), membro da CPI do Cimi, conta que diante da afirmação, integrantes da mesa se manifestaram contrários a afirmativa do terena e asseguraram que Paulino sabia falar em português. O deputado lembra que um vídeo onde a liderança podia ser vista falando em português foi exibido à comissão pelo deputado Paulo Corrêa (PR).

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quarta-feira, 30 de março de 2016

Mais de 40% dos portugueses não falam outro idioma

Os portugueses estão longe de ser uma referência de primeira linha no que toca ao domínio de idiomas, mas também não são dos piores na Europa. Portugal está, aliás, acima da média europeia do conhecimento de línguas estrangeiras, segundo a consultora de recursos humanos Randstad, com base em dados do Eurostat.

O último estudo que publica esta empresa revela que 42% dos profissionais portugueses não conhece nenhum segundo idioma. Os piores na Europa são os irlandeses (73%), seguidos dos hungaros (63%) e bulgaros (61%).

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terça-feira, 29 de março de 2016

(Portugal) Investigadores de sete países europeus analisam idioma mirandês

A aldeia de Picote, no concelho de Miranda do Douro, acolhe até quarta-feira, o primeiro Encontro Internacional de Investigadores de Língua Mirandesa oriundos de seis países europeus, com a finalidade de proporcionar a partilha de saberes e experiências.

"O principal objetivo da iniciativa é o de juntar as pessoas que trabalham em torno da língua mirandesa, da investigação da segunda língua oficial em Portugal e que têm estudo publicados. Pretende-se, ao mesmo tempo, discutir os trabalhos que têm sido feitos por investigadores estrangeiros", disse à Lusa António Bárbolo Alves, um dos mentores do Encontro Internacional de Investigadores de Língua Mirandesa.
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domingo, 27 de março de 2016

Projecto-lei da nacionalidade no Luxemburgo criticado por associação de estrangeiros

Governo criticado por ignorar o trilinguismo e a "realidade do país"
O projeto-lei da nacionalidade apresentado pelo Governo do Luxemburgo está a ser criticado pela Associação de Apoio aos Trabalhadores Imigrantes (ASTI), que acusa o Executivo de ignorar o trilinguismo e a "realidade do país".

O governo apresentou este mês um projeto-lei que reduz a duração de residência dos candidatos à naturalização de sete para cinco anos, mas mantém os exames de luxemburguês, a única língua exigida para obter a nacionalidade, num país que tem três idiomas oficiais.
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Japonês já é a 4ª língua mais requisitada em processos seletivos no Brasil, segundo site de classificação de empregos


Crédito: Divulgação
BRASIL (IPC Digital) – Um levantamento realizado pela Catho, maior site de classificados de empregos no Brasil, mostrou que outras línguas também podem fazer diferença em processos seletivos, além do inglês e o espanhol.

Francês e Chinês, como a maioria pensa, são também línguas usualmente requisitadas, mas o japonês vem surpreendendo e abrindo portas no país.
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quarta-feira, 23 de março de 2016

Australiano acorda do coma falando apenas mandarim

Ben McMahon acordou do coma causado por um acidente de carro falando mandarim e sem lembrar de sua língua materna. Ele havia estudado na infância o idioma, mas não era fluente.

O australiano Ben McMahon, de 24 anos, acordou de um coma falando apenas mandarim e, pior, passou dias sem conseguir se expressar em inglês, sua língua materna. Segundo o jovem, embora tivesse estudado o idioma na escola, ele nunca chegou a falar com fluência. Agora já recuperado, ele fala as duas línguas perfeitamente. As informações são da BBC Brasil.
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sábado, 19 de março de 2016

Haitianos são baleados em bar na capital e polícia não pega depoimentos por dificuldade com idioma

Quatro haitianos foram baleados na noite da última sexta-feira (18), por volta das 18h, em um ‘Bar do Haitiano’ em Cuiabá. Nenhuma das vítimas morreu, mas as quatro ficaram feridas e foram transferidas para o Pronto Socorro Municipal.


De acordo com informações do Boletim de Ocorrência, a polícia foi acionada para atender à ocorrência e encontrou os quatro homens já caídos no chão e feridos, com perfurações por arma de fogo.

No entanto, não foi possível colher mais informações sobre o fato porque os presentes no bar não falaram português. As vítimas foram socorridas e o B.O. foi registrado, mas não há informações sobre o estado de saúde delas.
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