DIÁRIO DA MANHÃ
STEVEN BEGGS
O Ministério Público de São Paulo prestou um grande serviço ao ensino de idiomas no final do ano passado com o Termo de Ajustamento de Contrato (TAC), em que impedem com que escolas de idiomas divulguem o termo “inglês em 18 meses”, já que esta prática induz o consumidor ao erro por não assegurar as eventualidades do ensino, como maior ou menor empenho do aluno e a facilidade ou dificuldade de aprendizado por ele.
Prometer a fluência na língua em um período relativamente curto começou a ter destaque a partir de 2005, quando algumas escolas prometiam o ensino de idiomas em oito semanas. Tão rápido quanto surgiu, os cursos logo desapareceram, pela insatisfação do público ao verem que o método não correspondia ao que lhe foi vendido. A saída dessas escolas deu espaço para uma nova leva de instituições, que observando um nicho na necessidade de se falar inglês a qualquer custo, novamente basearam suas publicidades em oferecer um nível avançado de inglês, só que agora em um tempo mais aceitável, 12, 18 ou até 24 meses.
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Comentários e notícias sobre o esperanto, política linguística e comunicação internacional
sábado, 24 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
No sul do Pacífico, única língua crioula com base no alemão pode desaparecer
No sul do Pacífico, única língua crioula com base no alemão pode desaparecer
Em 1900, alunos de uma missão em Papua-Nova Guiné criaram um dialecto que mistura alemão e idioma local. Hoje, os poucos falantes do chamado Nosso Alemão são a prova viva de um capítulo pouco conhecido da história colonial.
Era o ano de 1900 na colónia da Nova Guiné Alemã, no Pacífico Sul. Numa aula de alemão, freiras missionárias mal podiam acreditar no que ouviam. De repente, os seus alunos começaram a balbuciar algumas palavras e frases truncadas. As irmãs tentaram corrigi-los, mas as crianças insistiam em falar a sua própria versão do idioma – o dialecto que passou a ser chamado de Nosso Alemão.
No final do século XIX, o império alemão exigia com veemência o seu «lugar ao sol», nas palavras do então ministro dos Negócios Estrangeiros, Bernhard von Bülow. Num discurso em 1897, o político afirmava, assim, a pretensão alemã de adquirir colónias.
Entretanto, grande parte do globo já havia sido distribuída por outras potências coloniais, como Inglaterra e França. Os alemães tiveram, então, que se contentar com o que havia sobrado, e acabaram por tomar posse de algumas das regiões então consideradas as menos atraentes no mundo. Entre elas estava o território administrado pela Companhia Alemã de Comércio de Nova Guiné, hoje Papua-Nova Guiné, que se tornou colónia do império germânico em 1899.
Sob o sol tropical, a paisagem local recebeu nomes como Novo Mecklemburgo, Nova Hanover ou Nova Pomerânia. A montanha mais alta da ilha foi baptizada de Monte Wilhelm, em alusão ao então imperador alemão, Wilhelm (Guilherme) II. A residência do governador ficava em Monte Herbert, Nova Pomerânia. Nos arredores da comunidade, estava a missão do Sagrado Coração, chamada de Vunapope, onde em 1900 crianças inventaram o Nosso Alemão.
As crianças que começaram a falar o Nosso Alemão não tinham uma vida fácil na missão. Os seus familiares pertenciam a povos e culturas diferentes. Os seus pais eram geralmente marinheiros ou oficiais alemães, enquanto as mães eram oriundas das tribos nativas. Os filhos desses relacionamentos, quase sempre passageiros, eram tidos como párias na sociedade local. Ainda assim, encontravam refúgio na missão Vunapope, onde deveriam ser criados como «bons cristãos» alemães.
As crianças rapidamente misturaram as palavras novas que aprendiam com o idioma local, o Tok Pisin, por sua vez uma combinação de línguas nativas com o inglês. O pronome pessoal «eu», que em alemão é «Ich», foi substituído pelo equivalente em inglês, «I», mas pronunciado com sotaque alemão («i» em vez de «ai»). Os artigos der (masculino), die (feminino) e das (neutro) do idioma alemão foram adaptados pelas crianças, tornando-se apenas der e de.
O Nosso Alemão continuou a ser a língua comum entre aqueles que haviam sido educados na missão. Já em idade adulta e casados entre si, eles transmitiam o novo idioma aos seus filhos.
Tal fenómeno não é algo isolado. Os linguistas chamam a forma de comunicação híbrida que surge com base no idioma dos colonizadores de línguas crioulas. As línguas crioulas formaram-se sobretudo na América do Sul, com adaptações locais dos idiomas espanhol, inglês e francês. O Nosso Alemão, no entanto, é a única língua crioula baseada no alemão, que serviu de língua materna para cerca de 2 mil pessoas.
Após o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), a Nova Guiné Alemã foi ocupada pelos australianos. O Nosso Alemão continuou a ser falado, apesar dos livros de alemão terem sido substituídos pelos de inglês. O início do fim do idioma alemão dos mares do sul deu-se nos anos 1970, quando muitos dos seus falantes deixaram a ilha em busca de trabalho.
Hoje em dia, poucos dominam o idioma. O mais jovem dos nativos que fala a língua tem quase 70 anos de idade. O áudio gravado por investigadores com as vozes de falantes do Nosso Alemão como língua materna poderá, em breve, ser a última prova da invenção das crianças da missão alemã na Papua-Nova Guiné.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=650536
Em 1900, alunos de uma missão em Papua-Nova Guiné criaram um dialecto que mistura alemão e idioma local. Hoje, os poucos falantes do chamado Nosso Alemão são a prova viva de um capítulo pouco conhecido da história colonial.
Era o ano de 1900 na colónia da Nova Guiné Alemã, no Pacífico Sul. Numa aula de alemão, freiras missionárias mal podiam acreditar no que ouviam. De repente, os seus alunos começaram a balbuciar algumas palavras e frases truncadas. As irmãs tentaram corrigi-los, mas as crianças insistiam em falar a sua própria versão do idioma – o dialecto que passou a ser chamado de Nosso Alemão.
No final do século XIX, o império alemão exigia com veemência o seu «lugar ao sol», nas palavras do então ministro dos Negócios Estrangeiros, Bernhard von Bülow. Num discurso em 1897, o político afirmava, assim, a pretensão alemã de adquirir colónias.
Entretanto, grande parte do globo já havia sido distribuída por outras potências coloniais, como Inglaterra e França. Os alemães tiveram, então, que se contentar com o que havia sobrado, e acabaram por tomar posse de algumas das regiões então consideradas as menos atraentes no mundo. Entre elas estava o território administrado pela Companhia Alemã de Comércio de Nova Guiné, hoje Papua-Nova Guiné, que se tornou colónia do império germânico em 1899.
Sob o sol tropical, a paisagem local recebeu nomes como Novo Mecklemburgo, Nova Hanover ou Nova Pomerânia. A montanha mais alta da ilha foi baptizada de Monte Wilhelm, em alusão ao então imperador alemão, Wilhelm (Guilherme) II. A residência do governador ficava em Monte Herbert, Nova Pomerânia. Nos arredores da comunidade, estava a missão do Sagrado Coração, chamada de Vunapope, onde em 1900 crianças inventaram o Nosso Alemão.
As crianças que começaram a falar o Nosso Alemão não tinham uma vida fácil na missão. Os seus familiares pertenciam a povos e culturas diferentes. Os seus pais eram geralmente marinheiros ou oficiais alemães, enquanto as mães eram oriundas das tribos nativas. Os filhos desses relacionamentos, quase sempre passageiros, eram tidos como párias na sociedade local. Ainda assim, encontravam refúgio na missão Vunapope, onde deveriam ser criados como «bons cristãos» alemães.
As crianças rapidamente misturaram as palavras novas que aprendiam com o idioma local, o Tok Pisin, por sua vez uma combinação de línguas nativas com o inglês. O pronome pessoal «eu», que em alemão é «Ich», foi substituído pelo equivalente em inglês, «I», mas pronunciado com sotaque alemão («i» em vez de «ai»). Os artigos der (masculino), die (feminino) e das (neutro) do idioma alemão foram adaptados pelas crianças, tornando-se apenas der e de.
O Nosso Alemão continuou a ser a língua comum entre aqueles que haviam sido educados na missão. Já em idade adulta e casados entre si, eles transmitiam o novo idioma aos seus filhos.
Tal fenómeno não é algo isolado. Os linguistas chamam a forma de comunicação híbrida que surge com base no idioma dos colonizadores de línguas crioulas. As línguas crioulas formaram-se sobretudo na América do Sul, com adaptações locais dos idiomas espanhol, inglês e francês. O Nosso Alemão, no entanto, é a única língua crioula baseada no alemão, que serviu de língua materna para cerca de 2 mil pessoas.
Após o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), a Nova Guiné Alemã foi ocupada pelos australianos. O Nosso Alemão continuou a ser falado, apesar dos livros de alemão terem sido substituídos pelos de inglês. O início do fim do idioma alemão dos mares do sul deu-se nos anos 1970, quando muitos dos seus falantes deixaram a ilha em busca de trabalho.
Hoje em dia, poucos dominam o idioma. O mais jovem dos nativos que fala a língua tem quase 70 anos de idade. O áudio gravado por investigadores com as vozes de falantes do Nosso Alemão como língua materna poderá, em breve, ser a última prova da invenção das crianças da missão alemã na Papua-Nova Guiné.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=650536
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Alemanha: Teste de alemão para cônjuges estrangeiros gera polêmica
ALEMANHA
Para receber direito de permanência, estrangeiros casados com alemães precisam comprovar conhecimentos básicos do idioma antes da mudança para o país. Comissão Europeia aponta exigência como violação das leis da UE.
A iraniana Asefe Weindlmayr queria mudar-se o mais rápido possível para Munique, no sul da Alemanha, para viver com seu marido alemão. Mas mesmo legalmente casada, ela teve a permanência no país negada pelo governo. O motivo foi a falta de domínio do idioma alemão.
De acordo com a lei de permanência da Alemanha, que entrou em vigor em 2007, homens e mulheres estrangeiros que desejam viver com seus maridos ou esposas no país têm que provar ao menos conhecimentos básicos da língua local. Weindlmayr, no entanto, sabia apenas algumas poucas palavras.
A iraniana havia trabalhado como gerente de projetos em uma empresa alemã em Teerã, onde conheceu seu futuro marido. Além do persa, a jovem de 26 anos falava também inglês e árabe. Ela tinha, portanto, boas condições de adquirir os conhecimentos de alemão necessários.
Após passar no teste de alemão, Weindlmayr pôde viver com o marido em Munique
"Mas eu trabalhava em tempo integral, e a empresa exigia que eu viajasse muito", disse à DW. "Por isso, não conseguia frequentar um curso de alemão regularmente."
Weindlmayr tentou aprender o idioma por conta própria, após o expediente. Ela assistia a canais de televisão alemães e fazia os cursos online oferecidos pela DW. Após três meses de intensa preparação, decidiu realizar a prova de proficiência obrigatória para obter sua permanência no país.
"Eu estava sob muita pressão e estresse, porque sabia que era a minha única chance de conseguir viver com meu marido", conta. Mesmo assim, acabou se saindo bem no teste e, após outros três meses de espera, finalmente recebeu a documentação que lhe permitiu viajar para a Alemanha.
Violação das leis europeias
Para a Comissão Europeia, esse tipo de teste de idioma viola as leis da União Europeia (UE). Por isso, em maio deste ano, o órgão abriu um processo de violação contratual contra a Alemanha. Durante a fase inicial, o governo alemão teve o direito de se pronunciar a respeito.
Essencialmente, trata-se de uma questão de interpretação. De acordo com as regulamentações da UE sobre a reunião de famílias, os Estados-membros têm o direito de exigir de cônjuges estrangeiros certas "medidas de integração". Isso é exatamente o que o governo alemão afirma estar fazendo.
No entanto, segundo a advogada Swenja Gerhard, a lei alemã de permanência gera problemas a muitos casais. Gerhard trabalha para a Associação das Famílias e Parcerias Binacionais (IAF, na sigla em alemão), que desaprova a realização do teste de idioma obrigatório antes da entrada no país.
"Em muitos países, não há sequer a possibilidade de estudar em escolas de alemão", sustenta Gerhard. Segundo a advogada, muitas vezes a falta de acesso à eletricidade ou à internet também impede o aprendizado online do idioma. Além disso, muita gente tem dificuldade de aprender uma nova língua por conta própria.
Por isso, Gerhard defende que cursos de alemão obrigatórios sejam oferecidos na Alemanha. Segundo ela, essa medida seria mais efetiva e de fácil implementação. "Cursos de integração" já existem, mas como uma segunda etapa do processo, realizado somente após a comprovação dos conhecimentos básicos do idioma nos países de origem dos cônjuges estrangeiros.
Índice de aprovação nos testes varia por região
O Instituto Goethe, que oferece aulas de alemão em diversos países, viu aumentar significativamente a demanda por seus serviços desde a aprovação da lei de permanência em 2007.
"De repente, tínhamos uma nova e desconhecida tarefa em nossas mãos", diz Klaus-Thomas Frick, responsável por cônjuges estrangeiros no Instituto Goethe. "Trabalhar com esse novo público-alvo foi um desafio enorme, também em termos de métodos didáticos."
O índice de sucesso no teste de alemão varia de país para país. Em 2012, mais da metade dos que realizaram a prova em Bangladesh, Kosovo, Paquistão e Etiópia fracassou. Já na África do Sul, Croácia, Ucrânia e Rússia, mais de 80% foram aprovados.
Frick concorda que é muito difícil adquirir conhecimentos de alemão em algumas partes do mundo, mas defende a exigência do aprendizado do idioma antes da entrada do cônjuge estrangeiro no país.
A decisão final sobre a legalidade dos testes de alemão pode caber à Corte Europeia de Justiça. No entanto, esse processo já não preocupa mais a iraniana Weindlmayr, que já até encontrou trabalho em seu novo país.
DW.DE
fonte: http://www.dw.de/teste-de-alem%C3%A3o-para-c%C3%B4njuges-estrangeiros-gera-pol%C3%AAmica/a-17014302
Para receber direito de permanência, estrangeiros casados com alemães precisam comprovar conhecimentos básicos do idioma antes da mudança para o país. Comissão Europeia aponta exigência como violação das leis da UE.
A iraniana Asefe Weindlmayr queria mudar-se o mais rápido possível para Munique, no sul da Alemanha, para viver com seu marido alemão. Mas mesmo legalmente casada, ela teve a permanência no país negada pelo governo. O motivo foi a falta de domínio do idioma alemão.
De acordo com a lei de permanência da Alemanha, que entrou em vigor em 2007, homens e mulheres estrangeiros que desejam viver com seus maridos ou esposas no país têm que provar ao menos conhecimentos básicos da língua local. Weindlmayr, no entanto, sabia apenas algumas poucas palavras.
A iraniana havia trabalhado como gerente de projetos em uma empresa alemã em Teerã, onde conheceu seu futuro marido. Além do persa, a jovem de 26 anos falava também inglês e árabe. Ela tinha, portanto, boas condições de adquirir os conhecimentos de alemão necessários.
Após passar no teste de alemão, Weindlmayr pôde viver com o marido em Munique
"Mas eu trabalhava em tempo integral, e a empresa exigia que eu viajasse muito", disse à DW. "Por isso, não conseguia frequentar um curso de alemão regularmente."
Weindlmayr tentou aprender o idioma por conta própria, após o expediente. Ela assistia a canais de televisão alemães e fazia os cursos online oferecidos pela DW. Após três meses de intensa preparação, decidiu realizar a prova de proficiência obrigatória para obter sua permanência no país.
"Eu estava sob muita pressão e estresse, porque sabia que era a minha única chance de conseguir viver com meu marido", conta. Mesmo assim, acabou se saindo bem no teste e, após outros três meses de espera, finalmente recebeu a documentação que lhe permitiu viajar para a Alemanha.
Violação das leis europeias
Para a Comissão Europeia, esse tipo de teste de idioma viola as leis da União Europeia (UE). Por isso, em maio deste ano, o órgão abriu um processo de violação contratual contra a Alemanha. Durante a fase inicial, o governo alemão teve o direito de se pronunciar a respeito.
Essencialmente, trata-se de uma questão de interpretação. De acordo com as regulamentações da UE sobre a reunião de famílias, os Estados-membros têm o direito de exigir de cônjuges estrangeiros certas "medidas de integração". Isso é exatamente o que o governo alemão afirma estar fazendo.
No entanto, segundo a advogada Swenja Gerhard, a lei alemã de permanência gera problemas a muitos casais. Gerhard trabalha para a Associação das Famílias e Parcerias Binacionais (IAF, na sigla em alemão), que desaprova a realização do teste de idioma obrigatório antes da entrada no país.
"Em muitos países, não há sequer a possibilidade de estudar em escolas de alemão", sustenta Gerhard. Segundo a advogada, muitas vezes a falta de acesso à eletricidade ou à internet também impede o aprendizado online do idioma. Além disso, muita gente tem dificuldade de aprender uma nova língua por conta própria.
Por isso, Gerhard defende que cursos de alemão obrigatórios sejam oferecidos na Alemanha. Segundo ela, essa medida seria mais efetiva e de fácil implementação. "Cursos de integração" já existem, mas como uma segunda etapa do processo, realizado somente após a comprovação dos conhecimentos básicos do idioma nos países de origem dos cônjuges estrangeiros.
Índice de aprovação nos testes varia por região
O Instituto Goethe, que oferece aulas de alemão em diversos países, viu aumentar significativamente a demanda por seus serviços desde a aprovação da lei de permanência em 2007.
"De repente, tínhamos uma nova e desconhecida tarefa em nossas mãos", diz Klaus-Thomas Frick, responsável por cônjuges estrangeiros no Instituto Goethe. "Trabalhar com esse novo público-alvo foi um desafio enorme, também em termos de métodos didáticos."
O índice de sucesso no teste de alemão varia de país para país. Em 2012, mais da metade dos que realizaram a prova em Bangladesh, Kosovo, Paquistão e Etiópia fracassou. Já na África do Sul, Croácia, Ucrânia e Rússia, mais de 80% foram aprovados.
Frick concorda que é muito difícil adquirir conhecimentos de alemão em algumas partes do mundo, mas defende a exigência do aprendizado do idioma antes da entrada do cônjuge estrangeiro no país.
A decisão final sobre a legalidade dos testes de alemão pode caber à Corte Europeia de Justiça. No entanto, esse processo já não preocupa mais a iraniana Weindlmayr, que já até encontrou trabalho em seu novo país.
DW.DE
fonte: http://www.dw.de/teste-de-alem%C3%A3o-para-c%C3%B4njuges-estrangeiros-gera-pol%C3%AAmica/a-17014302
domingo, 11 de agosto de 2013
A utopia do esperanto falado num castelo francês por jovens de todo o mundo
AFP 11/08/2013 -
Nascido há mais de um século, o esperanto só é falado por cerca de 100 mil em todo o mundo. Mas os seus defensores dizem que vai ser a língua-franca deste século.
A lingua é fácil para os europeus, diz Cyrille Hurstel FRANK PERRY/AFP
Educação
“Masko farado” ou “banado ce la lageto”? No parque de um castelo no coração da França, a chinesa Yuan-Yuan, de dez anos, e o francês Anaïs, com 14, discutem em esperanto qual será o programa que vão fazer à tarde, entoando naturalmente uma lingua nascida para ser universal mas que continua pouco utilizada.
De forma unânime, as 20 crianças que estão reunidas no castelo neo-renascentista Grésillon em Saint-Martin d’Arce, na comuna francesa Baugé-en-Anjou no centro do país, e que ali estão para o encontro internacional de jovens utilizadores de esperanto, finalmente optam pelo workshop de “fazer máscaras” em vez de “nadarem no lago”. O tempo fresco impôs a escolha.
“Metade destes jovens são ‘denaskulo’, que é o que se diz das pessoas em que uma das suas línguas maternas é o esperanto. O interesse é que aqui podem praticar a língua com outras crianças fora de um ambiente estritamente familiar”, diz Cyrille Hurstel, um dos organizadores deste encontro.
Mais de um século depois da criação de Ludwig Zamenhof, o esperanto espalhou-se pelo mundo, mas ainda está longe de ter alcançado a universalidade que o linguista polaco desejava. “Podemos dizer que alguns milhões de pessoas no mundo têm algumas noções de esperanto, mas há pouco mais de 100 mil a usá-lo diariamente”, diz Cyrille Hurstel.
Ao contrário de línguas como o hebreu, o filipino ou o suaíli, que floresceram depois de serem criadas ou recriadas, o “esperanto nunca foi capaz de se apoiar na estrutura oficial de um estado, apesar de duas resoluções das Nações Unidas a seu favor”, lamenta o engenheiro, que é certificado pelo programa quadro europeu de referência para as línguas do Conselho Europeu.
O esperanto está proposto nas escolas de apenas 25 países, da Índia à Albânia, passando pelos Estados Unidos e pela Hungria, onde é reconhecido nas universidades. E os seus defensores começam a ver finalmente uma lenta globalização.
A língua tem uma gramática simples e uma sintaxe que não contempla excepções. No entanto, consegue expressar todas as nuances do pensamento. É mais fácil de aprender que o inglês e, para os seus defensores, vai ser a língua-franca do século XXI. “Um chinês e um brasileiro que queiram fazer negócios ganham muito mais tempo em aprender o esperanto do que o inglês”, defende Cyrille Hurstel. Por isso, e “muito antes da Internet, o esperanto é uma óptima porta de entrada em qualquer país, quer para férias, quer para o negócio, porque [quem o falar] vai ser recebido como família pelos locais que falam a língua”, acrescenta.
No Castelo Grésillon, os jovens reúnem-se depois do “tagmango” (almoço) e comunicam uns com os outros sem barreiras. “É fixe poder falar com crianças de outros países nesta língua”, comenta Stella, uma adolescente alemã de 14 anos.
Para os pais, “o esperanto é uma forma relativamente fácil de dar aos filhos uma educação bilingue, que facilita a aquisição futura de outras línguas”, explica Cyrille Hurstel que, com a sua mulher, ensinou o esperanto às suas três filhas.
Esta língua começou a ser inventada na década de 1870 por Ludwig Zamenhof, que pertencia a uma família judia em Bialystok (uma cidade hoje situada no Nordeste da Polónia que na altura pertencia ao território russo), onde comunidades polacas, ídiche, russas e alemãs, conviviam com pouca conversa. O linguista construiu o esperanto a partir de elementos das línguas latinas, germânicas e eslavas.
“A língua é simples, principalmente para os europeus, mas não é simplista: há uns dias, fui corrigido por um participante chinês. Um dos aspectos interessantes é que um utilizador do esperanto não tem mais legitimidade do que outro utilizador”, conclui Cyrille Hurstel.
Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/a-utopia-do-esperanto-falado-num-castelo-frances-por-jovens-de-todo-o-mundo-1602803
Nascido há mais de um século, o esperanto só é falado por cerca de 100 mil em todo o mundo. Mas os seus defensores dizem que vai ser a língua-franca deste século.
A lingua é fácil para os europeus, diz Cyrille Hurstel FRANK PERRY/AFP
Educação
“Masko farado” ou “banado ce la lageto”? No parque de um castelo no coração da França, a chinesa Yuan-Yuan, de dez anos, e o francês Anaïs, com 14, discutem em esperanto qual será o programa que vão fazer à tarde, entoando naturalmente uma lingua nascida para ser universal mas que continua pouco utilizada.
De forma unânime, as 20 crianças que estão reunidas no castelo neo-renascentista Grésillon em Saint-Martin d’Arce, na comuna francesa Baugé-en-Anjou no centro do país, e que ali estão para o encontro internacional de jovens utilizadores de esperanto, finalmente optam pelo workshop de “fazer máscaras” em vez de “nadarem no lago”. O tempo fresco impôs a escolha.
“Metade destes jovens são ‘denaskulo’, que é o que se diz das pessoas em que uma das suas línguas maternas é o esperanto. O interesse é que aqui podem praticar a língua com outras crianças fora de um ambiente estritamente familiar”, diz Cyrille Hurstel, um dos organizadores deste encontro.
Mais de um século depois da criação de Ludwig Zamenhof, o esperanto espalhou-se pelo mundo, mas ainda está longe de ter alcançado a universalidade que o linguista polaco desejava. “Podemos dizer que alguns milhões de pessoas no mundo têm algumas noções de esperanto, mas há pouco mais de 100 mil a usá-lo diariamente”, diz Cyrille Hurstel.
Ao contrário de línguas como o hebreu, o filipino ou o suaíli, que floresceram depois de serem criadas ou recriadas, o “esperanto nunca foi capaz de se apoiar na estrutura oficial de um estado, apesar de duas resoluções das Nações Unidas a seu favor”, lamenta o engenheiro, que é certificado pelo programa quadro europeu de referência para as línguas do Conselho Europeu.
O esperanto está proposto nas escolas de apenas 25 países, da Índia à Albânia, passando pelos Estados Unidos e pela Hungria, onde é reconhecido nas universidades. E os seus defensores começam a ver finalmente uma lenta globalização.
A língua tem uma gramática simples e uma sintaxe que não contempla excepções. No entanto, consegue expressar todas as nuances do pensamento. É mais fácil de aprender que o inglês e, para os seus defensores, vai ser a língua-franca do século XXI. “Um chinês e um brasileiro que queiram fazer negócios ganham muito mais tempo em aprender o esperanto do que o inglês”, defende Cyrille Hurstel. Por isso, e “muito antes da Internet, o esperanto é uma óptima porta de entrada em qualquer país, quer para férias, quer para o negócio, porque [quem o falar] vai ser recebido como família pelos locais que falam a língua”, acrescenta.
No Castelo Grésillon, os jovens reúnem-se depois do “tagmango” (almoço) e comunicam uns com os outros sem barreiras. “É fixe poder falar com crianças de outros países nesta língua”, comenta Stella, uma adolescente alemã de 14 anos.
Para os pais, “o esperanto é uma forma relativamente fácil de dar aos filhos uma educação bilingue, que facilita a aquisição futura de outras línguas”, explica Cyrille Hurstel que, com a sua mulher, ensinou o esperanto às suas três filhas.
Esta língua começou a ser inventada na década de 1870 por Ludwig Zamenhof, que pertencia a uma família judia em Bialystok (uma cidade hoje situada no Nordeste da Polónia que na altura pertencia ao território russo), onde comunidades polacas, ídiche, russas e alemãs, conviviam com pouca conversa. O linguista construiu o esperanto a partir de elementos das línguas latinas, germânicas e eslavas.
“A língua é simples, principalmente para os europeus, mas não é simplista: há uns dias, fui corrigido por um participante chinês. Um dos aspectos interessantes é que um utilizador do esperanto não tem mais legitimidade do que outro utilizador”, conclui Cyrille Hurstel.
Fonte: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/a-utopia-do-esperanto-falado-num-castelo-frances-por-jovens-de-todo-o-mundo-1602803
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Flórida: 27% falam segundo idioma, com forte avanço do espanhol
AFP -
Mais de 27% da população da Flórida fala um segundo idioma depois do inglês, o que reflete o forte avanço do espanhol entre as segundas línguas faladas nos Estados Unidos, mostrou um censo realizado até 2011 e divulgado nesta terça-feira.
Os números da Flórida, estado que abriga comunidades de toda a parte da América Latina em suas cidades mais ao sul (de Orlando a Miami), apontam que cerca de 3,6 milhões de pessoas acima dos cinco anos falam espanhol (ou espanhol-crioulo) além do inglês, de acordo com o relatório do Escritório Nacional do Censo dos EUA.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Moscou disponibilizará boletim de segurança em oito idiomas para turistas estrangeiros
2013-08-06 cri
O vice-presidente da Comissão para o Turismo e Administração Hoteleira de Moscou, Olgi Mokhov, avançou que as autoridades municipais vão elaborar um boletim de segurança para turistas estrangeiros em oito idiomas: inglês, francês, alemão, italiano, espanhol, chinês, árabe e japonês.
O boletim dará dicas de segurança aos visitantes em diversas situações, nomeadamente na utilização dos transportes, nas deslocações a mercados e lojas, no aeroporto e estações ferroviárias. Constarão também do documento os contatos dos serviços básicos e departamentos de segurança da cidade, bem como frases de conversação básica em russo.
Mokhov revelou que será criado um sistema de supervisão antiterrorismo e defesa em hotéis, com o fim de defender os interesses dos turistas. Com este sistema, as informações relevantes para a segurança recolhidas pelos hotéis da cidade passarão diretamente às autoridades de Moscou.
Tradução: Catarina Wu
Revisão: Miguel Torres
fonte:
http://portuguese.cri.cn/1721/2013/08/06/1s170593.htm
O vice-presidente da Comissão para o Turismo e Administração Hoteleira de Moscou, Olgi Mokhov, avançou que as autoridades municipais vão elaborar um boletim de segurança para turistas estrangeiros em oito idiomas: inglês, francês, alemão, italiano, espanhol, chinês, árabe e japonês.
O boletim dará dicas de segurança aos visitantes em diversas situações, nomeadamente na utilização dos transportes, nas deslocações a mercados e lojas, no aeroporto e estações ferroviárias. Constarão também do documento os contatos dos serviços básicos e departamentos de segurança da cidade, bem como frases de conversação básica em russo.
Mokhov revelou que será criado um sistema de supervisão antiterrorismo e defesa em hotéis, com o fim de defender os interesses dos turistas. Com este sistema, as informações relevantes para a segurança recolhidas pelos hotéis da cidade passarão diretamente às autoridades de Moscou.
Tradução: Catarina Wu
Revisão: Miguel Torres
fonte:
http://portuguese.cri.cn/1721/2013/08/06/1s170593.htm
domingo, 4 de agosto de 2013
Cursos de idiomas online têm mais 300 mil vagas
Nota sobre a notícia abaixo: O governo do Estado de S. Paulo vai gastar muito dinheiro para tentar impor os idiomas inglês e espanhol para a população brasileira (vejam o texto abaixo). Já está provado que esta política linguística (que também é imposta pelo Governo Federal) não tem dado resultados. Após anos tentando impor o idioma inglês para a população, são poucos os brasileiros que possuem fluência em inglês. Na verdade a maioria que consegue falar inglês são, geralmente os ricos, que podem passar uma temporada nos países de fala inglesa.
João
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Sáb, 03/08/13 -
Cursos de idiomas online têm mais 300 mil vagas
Anúncio foi feito nesta semana pelo governador Geraldo Alckmin
A partir deste mês, a Secretaria da Educação abre mais 300 mil vagas nos cursos de idiomas online para servidores da pasta. O anúncio foi feito nesta semana pelo goverandor Geraldo Alckmin. As inscriões podem ser feitas a partir de agosto. Durante o anúncio na última quarta-feira, 31 de agosto, Alckmin destacou que é "uma bela oportunidade para quem já tem algum conhecimento de inglês, que vai poder aprimorar. E quem ainda não tem, vai poder aprender uma segunda língua, seja o inglês ou o espanhol".
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Além das 300 mil vagas anunciadas, o Governo já disponibiliza 30 mil vagas para os alunos da rede estadual. A plataforma utilizada pelos servidores será a mesma dos estudantes. As aulas são realizadas por meio da Evesp (Escola Virtual de Programas Educacionais). Para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual ou auditiva, uma plataforma adaptada com recursos especiais estará disponível a partir do dia 1º de agosto.
A inscrição deve ser feita pela internet, no site da Evesp, dentro do Portal da Secretaria da Educação. As vagas são disponíveis em todo o Estado de São Paulo. O curso com direito a certificado terá a duração de um semestre e será dividido em oito módulos de 10 horas cada.
Do Portal do Governo do Estado
http://saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=231256&c=6
João
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Sáb, 03/08/13 -
Cursos de idiomas online têm mais 300 mil vagas
Anúncio foi feito nesta semana pelo governador Geraldo Alckmin
A partir deste mês, a Secretaria da Educação abre mais 300 mil vagas nos cursos de idiomas online para servidores da pasta. O anúncio foi feito nesta semana pelo goverandor Geraldo Alckmin. As inscriões podem ser feitas a partir de agosto. Durante o anúncio na última quarta-feira, 31 de agosto, Alckmin destacou que é "uma bela oportunidade para quem já tem algum conhecimento de inglês, que vai poder aprimorar. E quem ainda não tem, vai poder aprender uma segunda língua, seja o inglês ou o espanhol".
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Além das 300 mil vagas anunciadas, o Governo já disponibiliza 30 mil vagas para os alunos da rede estadual. A plataforma utilizada pelos servidores será a mesma dos estudantes. As aulas são realizadas por meio da Evesp (Escola Virtual de Programas Educacionais). Para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência visual ou auditiva, uma plataforma adaptada com recursos especiais estará disponível a partir do dia 1º de agosto.
A inscrição deve ser feita pela internet, no site da Evesp, dentro do Portal da Secretaria da Educação. As vagas são disponíveis em todo o Estado de São Paulo. O curso com direito a certificado terá a duração de um semestre e será dividido em oito módulos de 10 horas cada.
Do Portal do Governo do Estado
http://saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=231256&c=6
domingo, 28 de julho de 2013
Сursos gratuitos de russo serão abertos em 50 países
27/07/2013 Marina Obrazkova, Gazeta Russa
Até o final de agosto será instituído o Conselho do Idioma Russo, destinado a promover a língua e a cultura russa em países da Comunidade dos Estados Independentes, União Europeia e Oriente Médio, além de EUA, China e Japão. Com orçamento de 1,5 bilhões de rublos (US$ 45,9 milhões), projeto prevê a criação de uma rede de entidades chamada Instituto Púchkin.
Institutos Púchkin concorrerão com os institutos Confúcio, Goethe e Cervantes Foto: Cody White
O idioma russo, que antes era promovido no exterior por organizações diversas como o Ministério dos Negócios Estrangeiros e a Fundação Russki Mir, terá uma única entidade responsável por essa grande missão. O Conselho do Idioma Russo, liderado pela vice-premiê Olga Golodets, será criado até a metade do segundo semestre deste ano e contará com a participação dos representantes do governo, entidades científicas, educacionais, artísticas e comerciais.
O Instituto Estatal do Idioma Russo do famoso poeta Púchkin ficará responsável pelo desenvolvimento dos departamentos linguísticos de novos centros culturais, assim como pela criação do material didático. No passado, o instituto possuía uma ampla rede de filiais, cujo financiamento foi cortado após a queda da União Soviética que os obrigou a se tornarem entidades autônomas ou fecharem suas portas para sempre.
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Até o final de agosto será instituído o Conselho do Idioma Russo, destinado a promover a língua e a cultura russa em países da Comunidade dos Estados Independentes, União Europeia e Oriente Médio, além de EUA, China e Japão. Com orçamento de 1,5 bilhões de rublos (US$ 45,9 milhões), projeto prevê a criação de uma rede de entidades chamada Instituto Púchkin.
Institutos Púchkin concorrerão com os institutos Confúcio, Goethe e Cervantes Foto: Cody White
O idioma russo, que antes era promovido no exterior por organizações diversas como o Ministério dos Negócios Estrangeiros e a Fundação Russki Mir, terá uma única entidade responsável por essa grande missão. O Conselho do Idioma Russo, liderado pela vice-premiê Olga Golodets, será criado até a metade do segundo semestre deste ano e contará com a participação dos representantes do governo, entidades científicas, educacionais, artísticas e comerciais.
O Instituto Estatal do Idioma Russo do famoso poeta Púchkin ficará responsável pelo desenvolvimento dos departamentos linguísticos de novos centros culturais, assim como pela criação do material didático. No passado, o instituto possuía uma ampla rede de filiais, cujo financiamento foi cortado após a queda da União Soviética que os obrigou a se tornarem entidades autônomas ou fecharem suas portas para sempre.
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Para embaixador português, o crescimento da língua “é imparável”
Autor: Mônica Villela Grayley, Rádio ONU Publicação: julho 27, 2013 Em: Mundo
O embaixador Álvaro Mendonça e Moura (Embaixada de Portugal)
A importância geoestratégicados países que falam o português vai ajudar o idioma a crescer no mundo. A estimativa partiu do novo embaixador de Portugal junto às Nações Unidas.
Em entrevista à Rádio ONU, Álvaro Mendonça e Moura lembrou que o português está presente em todos os continentes com um destaque para África, que concentra cinco nações de língua portuguesa.
Mundo Diferente
Para o embaixador a demografia lusófona é jovem e está em pleno desenvolvimento. “A importância crescente do português é imparável. Mesmo que não fizéssemos nada, ela ia se verificar. Ou seja, nós temos o tempo a correr a nosso favor. Basta olhar para as projeções demográficas a longo prazo para nos darmos conta de como o mundo vai ser diferente.”
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O embaixador Álvaro Mendonça e Moura (Embaixada de Portugal)
A importância geoestratégicados países que falam o português vai ajudar o idioma a crescer no mundo. A estimativa partiu do novo embaixador de Portugal junto às Nações Unidas.
Em entrevista à Rádio ONU, Álvaro Mendonça e Moura lembrou que o português está presente em todos os continentes com um destaque para África, que concentra cinco nações de língua portuguesa.
Mundo Diferente
Para o embaixador a demografia lusófona é jovem e está em pleno desenvolvimento. “A importância crescente do português é imparável. Mesmo que não fizéssemos nada, ela ia se verificar. Ou seja, nós temos o tempo a correr a nosso favor. Basta olhar para as projeções demográficas a longo prazo para nos darmos conta de como o mundo vai ser diferente.”
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sábado, 27 de julho de 2013
Univisión lidera a audiência nos EUA mesmo adotando o espanhol como idioma
Redação Portal IMPRENSA | 24/07/2013
A emissora Univisíon anunciou que alcançou a liderança de audiência da televisão americana na faixa etária dos 18 e 49 anos durante o mês de julho. É a primeira vez na história que um canal falado em espanhol consegue alcançar o feito.
De acordo com a Exame, o crescimento de 6% em relação ao mesmo período de julho do ano passado deu à Univisión uma audiência 21% maior do que a da segunda colocada, a Fox, que caiu 20%. As outras concorrentes, ABC e NBC, também experimentaram quedas de dois dígitos, segundo números da Nielsen.
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A emissora Univisíon anunciou que alcançou a liderança de audiência da televisão americana na faixa etária dos 18 e 49 anos durante o mês de julho. É a primeira vez na história que um canal falado em espanhol consegue alcançar o feito.
De acordo com a Exame, o crescimento de 6% em relação ao mesmo período de julho do ano passado deu à Univisión uma audiência 21% maior do que a da segunda colocada, a Fox, que caiu 20%. As outras concorrentes, ABC e NBC, também experimentaram quedas de dois dígitos, segundo números da Nielsen.
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